Rebrand Visões Periféricas

Desde o seu início, em 2007, o festival impulsiona uma geração de realizadores que inicia seu percurso em oficinas e cursos de audiovisual por todo o país, e se firmou como um espaço de visibilidade, aprendizado e reflexão. Além de sermos os responsáveis pela identidade das edições anuais do festival, este ano ganhamos de presente o desafio de redesenhar a marca, com a missão de reforçar a essência do festival, que reside na riqueza de olhares tão diversos e no encontro de identidades que habitam periferias e centros urbanos, cenários de infinitas convergências, movimentos e transformações.

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Desde o seu início, em 2007, o festival impulsiona uma geração de realizadores que inicia seu percurso em oficinas e cursos de audiovisual por todo o país, e se firmou como um espaço de visibilidade, aprendizado e reflexão. Além de sermos os responsáveis pela identidade das edições anuais do festival, este ano ganhamos de presente o desafio de redesenhar a marca, com a missão de reforçar a essência do festival, que reside na riqueza de olhares tão diversos e no encontro de identidades que habitam periferias e centros urbanos, cenários de infinitas convergências, movimentos e transformações.

Visões Periféricas 2012

Desde o seu início, em 2007, o festival impulsiona uma geração de realizadores que inicia seu percurso em oficinas e cursos de audiovisual por todo o país, e se firmou como um espaço de visibilidade, aprendizado e reflexão. Fomos chamados com o desafio de criar um projeto com a proposta de fortalecer a essência do Festival que reside no encontro de identidades tão diversas que habitam as periferias e os centros urbanos. Escolhemos o copo clássico, do café, da cerveja, do refrigerante, como elemento lente caleidoscópica que permeia por esses núcleos aparentemente distantes, mas que são conduzidos por olhares muito próximos. Não podemos deixar de expressar a honra que é criar uma peça para premiar Eduardo Coutinho.

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Desde o seu início, em 2007, o festival impulsiona uma geração de realizadores que inicia seu percurso em oficinas e cursos de audiovisual por todo o país, e se firmou como um espaço de visibilidade, aprendizado e reflexão. Fomos chamados com o desafio de criar um projeto com a proposta de fortalecer a essência do Festival que reside no encontro de identidades tão diversas que habitam as periferias e os centros urbanos. Escolhemos o copo clássico, do café, da cerveja, do refrigerante, como elemento lente caleidoscópica que permeia por esses núcleos aparentemente distantes, mas que são conduzidos por olhares muito próximos. Não podemos deixar de expressar a honra que é criar uma peça para premiar Eduardo Coutinho.